A ROSA DA MADRAGOA  

          

A Rosa da Madragoa

Enche a canastra na praça,

Vem para a rua, apregoa,
Acorda meia Lisboa,

Que sorri quando ela passa.

 

Sobe escadas divertida,

Numa alegria que alastra.

Baila-lhe a saia garrida,

Não lhe pessa a cruz da vida,

Pessa-lhe mais a canastra.

 

Se pela sombra das esquinas

A sua voz atordoa,

Sabem as outras varinas,

Quando passa pelas Trinas

A Rosa da Madragoa.

 

         
Autores: Frederico de Brito/Fado Seixal

Voltar>                                        <Voltar>

http://www.fadistas.com