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Usa chinela de trança,
Mora na rua das Trinas,
Com a graça que sempre têm
Todas as nossas varinas.
Tem um amor marinheiro
Que anda nas águas do mar;
Tem na janelo p’ra o Tejo
Um manjerico ao luar.
No primeiro andar directo
Daquela rua velhinha
Fechou-se aquela janela
Onde morava a Rosinha.
Secaram as sardinheiras,
Os cravos e a hotela.
Cresceu somente a saudade
E a mágoa-que é má irma. |