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Adeus
Toiradas à
portuguesa
Onde a
antiga fidalguia
Fazia
frente a um caraça.
Adeus
Cavalgadas
de destreza,
Adeus
própria valentia
Da gente da
nossa raça.
Adeus
Lindas
vésperas das esperas
Onde povo
aficionado
Cantava o
fado dolente.
Adeus
Ao passado
que bom eras,
Pois já não
existe nada
Do que
havia antigamente.
Ao recordar
Esses
tempos do passado
Vem a
tristeza
Misturada
com a saudade.
Martirizar
Meu pobre
peito magoado
Com a
nostalgia
Que dia a
dia me invade.
Ó gente
antiga
Defendei o
que nos resta,
Que pouco a
pouco
Vai
perdendo a tradição.
Pois nesses
tempos
Em que
havia tanta festa
Existe
agora
somente a
recordação.
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